Pesquisadores desenvolveram o Intern-BioBreaker, um modelo especializado de bio-red-teaming, para avaliar os riscos biológicos de grandes modelos de linguagem de fronteira ao acoplar testes de estresse computacional com validação em laboratório úmido. O estudo descobriu que modelos alinhados podem ser induzidos a fornecer orientações operacionais para tarefas sensíveis à segurança e gerar saídas em nível de sequência com propriedades prejudiciais.
- O Intern-BioBreaker supera os modelos de ataque de linha de base, revelando vulnerabilidades generalizadas de jailbreak de risco biológico em LLMs de fronteira de peso aberto e proprietários, com alguns alvos atingindo taxas de sucesso de ataque em nível de tarefa próximas da saturação ou 100%.
- O GPT-5.5 foi induzido a gerar sequências candidatas virais modificadas com potencial patogênico, nas quais as proteínas traduzidas exibiram maior afinidade de ligação ao receptor e potencial de infecção aprimorado.
- A verificação ponta a ponta confirmou que os projetos biológicos gerados pelo modelo selecionado não são meros artefatos textuais, mas podem ser realizados fisicamente sob condições experimentais controladas.
Essas descobertas destacam a necessidade de um bio-red-teaming mais robusto, triagem de síntese de ácidos nucleicos e mecanismos de segurança que acompanhem as capacidades dos modelos.