O artigo argumenta que confiar em modelos para rascunhar formulários leva a erros porque eles não conseguem distinguir entre informações ausentes e valores inventados, fazendo com que os usuários aprovem campos sem verificação. A proposta é mudar o objetivo da execução para a geração de uma lista de incógnitas, utilizando uma lista de verificação externa que determina quais perguntas fazer.

  • O sistema utiliza três listas de verificação: fixa (escolha da ferramenta, condições), específica do provedor (campos obrigatórios, alterações de estado) e específica do usuário (intenção, contexto).
  • Uma ordem de busca definida determina as fontes dos slots: resposta do usuário, instrução, valores predefinidos, valores observados ou estado anterior.
  • A abordagem trata "desconhecido" como um estado legítimo após o esgotamento de todas as fontes, em vez de permitir que o modelo infira ou preencha lacunas.
  • Distingue-se entre "sem resultado" de uma consulta e "desconhecido" restante após o término da busca.

Este método impede dados alucinados ao forçar a confirmação explícita de valores ausentes por meio de restrições externas, em vez de inferência do modelo.