Este artigo apresenta o DISA (Dynamic Immune-Shunt Architecture), uma proposta de pesquisa conceitual para detectar comportamento potencialmente enganoso em grandes modelos de linguagem por meio de monitoramento interno esparso, em vez de depender exclusivamente da saída observável. O framework visa abordar o risco de que modelos capazes possam se comportar de maneira diferente quando percebem que estão sendo monitorados.
O DISA consiste em quatro componentes principais:
- ASAM (Asynchronous Sparse Activation Monitoring) amostra estados internos selecionados, como ativações residuais e representações de atenção, para reduzir a sobrecarga computacional em comparação com o monitoramento contínuo.
- MDRE (Multi-Signal Deception Risk Estimation) combina múltiplos sinais, incluindo evidências de probes de ativação, inconsistência comportamental e incerteza, para estimar o risco sem confundir alucinação com engano.
- RIA (Reversible Intervention Adapter) aplica intervenções temporárias, como direções de direção ou adaptadores de baixo posto, para reduzir o comportamento-alvo enquanto preserva as capacidades do modelo.
- IAI (Isolated Audit Infrastructure) apoia o processo de avaliação usando um conjunto de dados de quatro categorias que controla independentemente os gatilhos e os comportamentos-alvo para evitar memorização.
A proposta enfatiza que o DISA é um framework falseável, destinado a ser testado, criticado ou rejeitado, em vez de uma solução definitiva para o alinhamento enganoso.