O autor passou as respostas geradas pelo modelo Muse Spark 1.1 pelo Skeptical Agent da MarCognity-AI para medir a fratura epistêmica.

Este processo destaca a lacuna entre o quão confiante um texto soa e o quão verificável ele realmente é, revelando afirmações que não podem ser rastreadas até qualquer fonte mesmo em respostas tecnicamente corretas.

O estudo visa tornar visível o que geralmente permanece oculto em relação à confiabilidade das saídas do modelo.