Os autores apresentam o Incognita, uma estrutura baseada no Concordia que separa a interação social da execução fundamentada para avaliar como os agentes generativos lidam com o conhecimento particionado entre participantes isolados por função. O sistema roteia mensagens para entidades especializadas que medeiam operações dentro de um subambiente determinístico, permitindo a avaliação da comunicação como exploração e da ação como exploração.

  • Incognita-Retail transforma o tau-bench retail em um ambiente multi-entidade preservando a semântica de recompensa do estado final.
  • Três modelos de agentes generativos foram avaliados em 18 tarefas estratificadas por amplitude social ao longo de 540 ensaios.
  • As taxas de sucesso subiram de 0% para 8,9% e 17,2%, enquanto a finalização prematura diminuiu de 100% para 87% e 58%.
  • Modelos mais fortes elicitararam mais conhecimento oculto, contataram mais entidades e tentaram mais escrituras fundamentadas, embora a confiabilidade permanecesse baixa.

Esses resultados demonstram que ambientes de tarefas distribuídas socialmente expõem comportamentos críticos dos agentes, como elicitação de conhecimento, seleção de fonte e crenças de finalização prematura antes que o sucesso confiável seja alcançado.