Este artigo investiga se a análise de dependência não supervisionada pode ser avaliada sem um padrão-ouro em espécies não humanas, onde tais dados de referência geralmente não estão disponíveis.
- Os autores aplicam a ciência de redes para demonstrar que a proporção de arestas corretas recuperadas por um analisador deve ser alta para sequências de primatas não humanos devido à rápida decadência da distribuição do comprimento da sequência.
- Em contraste, as sequências da linguagem humana carecem dessa propriedade, tornando a avaliação sem um padrão-ouro um problema difícil em humanos, mas viável em primatas não humanos.
Os achados sugerem que a avaliação é possível para primatas não humanos apesar da ausência de padrões-ouro, desafiando a suposição de que a análise de dependência é inviável em outras espécies.