Este artigo argumenta que o uso de PLN para quantificar fenômenos culturais é uma prática material-discursiva onde o aparelho constitui ativamente a realidade que mede, em vez de registrá-la passivamente.
- O estudo baseia-se no conceito de corte agencial de Karen Barad para mostrar como as escolhas de design traçam limites entrelaçados com material cultural internalizado.
- Estudos de caso analisam diálogos de televisão e cinema relativos à estrutura, interação e desvio.
- Exames adicionais focam na erradicação de marcadores culturais, sintonia com o material histórico e agência em um fluxo de trabalho agencial.
Os autores propõem um programa de pesquisa que é orientado por teoria, empiricamente rigoroso e culturalmente contingente, tratando cada corte agencial como um compromisso metodológico e ético consciente.