A Anthropic lançou uma visualização de pesquisa do Padrão de Hardware de Modelo (MHS), uma especificação compartilhada projetada para permitir que agentes de IA descubram e operem dispositivos físicos com segurança. A iniciativa visa a "taxa de integração" causada por interfaces de fornecedores distintos, buscando reduzir os tempos de configuração de semanas ou meses para horas ou minutos.

  • O MHS padroniza a camada de driver entre um SO e um dispositivo, expondo primitivas como leitura, escrita e descoberta.
  • Ele usa tags de driver para codificar conhecimento físico, como limites de peso, em arquivos de referência para aplicação de segurança.
  • A Genentech usou o Claude para automatizar um ensaio de proteína BCA, convergindo para parâmetros de fluxo confirmados por especialistas.
  • A QuEra Computing substituiu um script personalizado de reengate a laser por um loop de agente MHS que alcançou 99,3% de sucesso e reduziu o erro residual de 15,7 mV para 1,55 mV.
  • A Carnegie Mellon concluiu experimentos de dose-resposta em oito horas, aproximadamente três vezes mais rápido do que as configurações típicas de fornecedores.

O padrão é agnóstico ao modelo e compatível com o Protocolo de Contexto do Modelo, permitindo que qualquer estrutura de agente interaja com dispositivos via CLI ou arquivos de código, mantendo os limites de segurança dentro do driver em vez do prompt.